sábado, 17 de maio de 2014

SEM ACORDO, GREVE DOS VIGILANTES SEGUE SEM PREVISÃO DE TÉRMINO


Categoria aguarda um posicionamento do sindicato patronal
 Carlos Grevi

Categoria aguarda um posicionamento do sindicato patronal

Perto de completar 20 dias, a greve dos vigilantes segue sem previsão de término, segundo informou na tarde desta sexta-feira (16/05), o presidente do Sindicado dos Vigilantes (Sindivig) de Campos, Luis Carlos Rangel da Rocha. Por causa do movimento sindical, as agências bancárias não estão podendo realizar atendimento ao público, restringindo os serviços bancários o que tem gerado prejuízos à população.
Os vigilantes cruzaram os braços no dia 29 de abril, e pedem por reajuste de 16%, sendo 10% de ganho real e 6% da inflação, ticket de alimentação no valor de R$ 20, plano de saúde e redução na carga horária de trabalho para 44 horas.
Luis Carlos Rocha salientou que patrões e empregados estão longe de chegarem a um acordo, já que nenhuma proposta foi apresentada. “Nossa greve continua por tempo indeterminado e vai permanecer assim até que patrões se posicionem, o que não foi até o momento”, disse o presidente.
O Sindivig reafirmou que mantém atuando 40% do efetivo na região para cumprimento da lei de greve. “Estamos fazendo piquetes e mantendo o que determina lei para garantir a legalidade da greve”, disse.
Campos, São Fidélis, Itaperuna, Miracema, São João da Barra, Porciúncula, Natividade, Bom Jesus do Itabapoana e São Francisco de Itabapoana já aderiram à paralisação, o que significa aproximadamente 80% dos municípios das regiões em adesão.
O presidente do Sindicato dos Bancários do Norte e Noroeste Fluminense, Hugo Diniz, explicou que os clientes estão sendo orientados a utilizarem caixas eletrônicos. “Com apenas um vigilante na agência, não temos como fazer atendimento ao público, isso é uma questão de segurança para clientes e para os funcionários, mas orientamos as pessoas no autoatendimento, e em outros casos as lotéricas”, acrescentando que um vigilante.
De acordo com a Federação dos Vigilantes do Rio de Janeiro 13 sindicatos aderiram à greve em todo estado do Rio de Janeiro. 
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Fonte: URURAU

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