Carlos Grevi
Categoria aguarda um posicionamento do sindicato patronal
Perto de completar 20 dias, a greve dos vigilantes segue sem previsão de término, segundo informou na tarde desta sexta-feira (16/05), o presidente do Sindicado dos Vigilantes (Sindivig) de Campos, Luis Carlos Rangel da Rocha. Por causa do movimento sindical, as agências bancárias não estão podendo realizar atendimento ao público, restringindo os serviços bancários o que tem gerado prejuízos à população.
Os vigilantes cruzaram os braços no dia 29 de abril, e pedem por reajuste de 16%, sendo 10% de ganho real e 6% da inflação, ticket de alimentação no valor de R$ 20, plano de saúde e redução na carga horária de trabalho para 44 horas.
O Sindivig reafirmou que mantém atuando 40% do efetivo na região para cumprimento da lei de greve. “Estamos fazendo piquetes e mantendo o que determina lei para garantir a legalidade da greve”, disse.
Campos, São Fidélis, Itaperuna, Miracema, São João da Barra, Porciúncula, Natividade, Bom Jesus do Itabapoana e São Francisco de Itabapoana já aderiram à paralisação, o que significa aproximadamente 80% dos municípios das regiões em adesão.
De acordo com a Federação dos Vigilantes do Rio de Janeiro 13 sindicatos aderiram à greve em todo estado do Rio de Janeiro.
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