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domingo, 30 de abril de 2017

Tiroteio no Pavão-Pavãozinho assusta moradores da Zona Sul do Rio

Um tiroteio na manhã deste sábado (29) assustou moradores de Copacabana e do Pavão-Pavãozinho, comunidade que fica no bairro.
De acordo com o comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Cantagalo e Pavão-Pavãozinho, PMs foram recebidos a tiros numa localidade conhecida como Vietnã.
Segundo informações da Coordenadoria de Polícia Pacificadora, o tiroteio começou por volta das 9h. "Houve confronto e, até o momento, não há informações sobre feridos, prisões ou apreensões", informou a CPP.
A PM disse que Batalhão de Ações com Cães (BAC) realiza uma ação na comunidade.​

PM impede roubo a banco no Rio Comprido, Zona Norte

Policiais militares do 4º BPM conseguiram impedir um assalto a uma agência do banco Bradesco, no Rio Comprido, Zona Norte da cidade na madrugada deste sábado. Esta foi a segunda tentativa de assalto à mesma agência. No mês passado, os bandidos conseguiram explodir os caixas eletrônicos.
De acordo com a PM, criminosos armados estavam no interior do banco quando foram supreendidos pelos policiais que desconfiaram da movimentação. Houve troca de tiros e a vidraça da agência ficou estilhaçada. Carros que estavam parados na rua também foram atingidos pelos disparos. Os bandidos conseguiram fugir.

Mais de dois celulares são roubados por hora no RJ, aponta ISP

Celulares apreendidos pela Polícia Civil do Rio  (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)Quase dois mil celulares foram roubados no estado do Rio de Janeiro em março, segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). É um aumento de 35% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram registrados 1,4 mil crimes do tipo no RJ. Isso significa que mais de dois aparelhos foram levados por ladrões a cada hora no mês passado.
Mas os números reais podem ser ainda maiores. Com a greve dos policiais civis, apenas os crimes mais graves estão sendo registrados corretamente. Além disso, especialistas estimam que apenas metade das vítimas notificam esse tipo de caso.
O roubo de celulares vem se tornando mais frequente nos últimos anos no Rio de Janeiro. E é na capital onde esse crime mais cresce. Em março, foram roubados 1,3 mil aparelhos na cidade. Um crescimento de 82% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Alta nos bairros nobres

Segundo dados do ISP, o crime está se tornando mais comum nas áreas nobres da cidade. Nas delegacias da Zona Sul, o número de registros aumentou 308% - a maior alta entre as regiões do Rio. Em março deste ano, foram 200 celulares roubados. No mesmo mês do ano anterior, 49 aparelhos.
O Leblon foi o bairro da Zona Sul com o maior número de casos, segundo os dados mais recentes: 72. Em março do ano passado, foram apenas cinco.
No Centro, os registros dobraram, de 73 para 158. É lá onde fica um dos pontos de distribuição de equipamentos roubados, o camelódromo da Uruguaiana. Também é um local de grande circulação e fácil acesso aos bandidos.

Já na Zona Oeste, os casos aumentaram 84%. Passaram de 172 para 317, entre um ano e outro. A Barra da Tijuca lidera em número de roubos e também no aumento das ocorrências. Foram 63, cinco vezes mais que os do ano anterior.Baixada em queda

Na Baixada, onde um roubo de celular acabou em morte no dia 19, os índices estão caindo. Segundo dados do ISP, foram 287 roubos de celulares em março deste ano. Uma redução de 27% em relação aos 394 casos notificados no mesmo mês de 2016.
A maior quantidade de assaltos desse tipo acontece na Zona Norte. As delegacias da região registraram 645 aparelhos roubados em março. Uma alta de 54% na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram levados 418 telefones.

'Pedíamos paz e fomos alvejados', afirma deputado sobre ação da PM em protesto no Rio

Deputado Flavio Serafini afirmou que ação da PM foi 'arbitrária' (Foto: Reprodução/Facebook)deputado estadual do Rio Flávio O Serafini (Psol) usou uma rede social na internet para relatar a ação policial que classificou como "arbitrária" durante manifestação popular realizada na Cinelândia, no Centro do Rio. O parlamentar participou do ato contra as reformas trabalhistas e previdenciáriaocorrido na sexta-feira (28).
Um vídeo, publicado no perfil instituicional do deputado no Facebook, registrou o momento em que os manifestantes foram dispersado por bombas de efeito moral, sendo que uma delas foi arremessada contra o palco onde estava o parlamentar. Veja o vídeo aqui.
"É importante que todos vejam a forma arbitrária como a tropa de choque agiu ontem. Pedíamos paz e fomos alvejados", afirmou o deputado em seu perfil pessoal.Nas imagens compartilhadas pelo deputado, vê-se uma multidão agrupada em frente ao palco. O deputado discursa para o público. É possível ouvir o som de explosões. As imagens mostram, bem ao fundo, algumas pessoas correndo.
No momento em que alguns manifestantes cantavam o Hino Nacional, mais explosões são ouvidas. O volume de bombas arremessadas aumenta e o hino é interrompido. Serafini afirma que o ato se encerrou e pede que a PM pare de lançar bombas.
Imagens registradas pela TV Globo mostram manifestantes sendo dispersados com bombas de efeito moral dos arredores da Cinelândia (Foto: Reprodução/TV Globo)“Vamos afastar da bomba com calma” (...) “Polícia Militar, o ato está encerrado. Pare com as bombas”, afirma o deputado no vídeo.Após se dirigir aos PMs, uma bomba de efeito moral é arremessada contra o palco onde está o parlamentar. O artefato parece atingir o cinegrafista e o próprio Serafini chuta a bomba para fora do palco.
Deputado Flávio Serafini relata agressão de PM (Foto: Reprodução/ Facebook)G1 questionou a PM sobre o episódio, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Veja íntegra da publicação

"PAREM AS BOMBAS!
O vídeo abaixo mostra o momento exato que a Polícia Militar atirou bombas de gás lacrimogênio no público e no palco onde o deputado Flavio Serafini, junto com parlamentares e representes de movimentos, fazia intervenções no ato pacífico da greve geral contra as reformas Trabalhista e da Previdência, ontem (28/4) na Cinelândia. Neste momento, o público havia se reagrupado, após ter sido dispersado à força pela polícia que atirou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha indiscriminadamente nos manifestantes desde o início da marcha, em frente na Alerj. A fala de Serafini foi interrompida, bem como o Hino Nacional, pelas bombas, como fica claro nas imagens. Várias vezes ele pediu para que a polícia parasse de jogar as bombas no público, que estava absolutamente pacífico."Imagens registradas pela Globo mostram multidão reunida na Praça da Cinelândia, no Centro do Rio (Foto: Reprodução/TVGlobo)

Caminhão dos Bombeiros tomba e interdita via na Praça da Bandeira


Rio - Um acidente com um caminhão do Corpo de Bombeiros, na manhã deste domingo, interditou a agulha de acesso da Avenida Paulo de Frontin à Praça da Bandeira, Zona Norte do Rio. A informação foi confirmada pelos Bombeiros. O veículo tombou para o lado direito na altura do Viaduto dos Marinheiros. Ainda não há informações sobre a causa do acidente.
Caminhão dos bombeiros tombou perto do Elevado Paulo de FrontinWhatsApp O DIA (98762-8248)
Apenas um militar estava no veículo e não se feriu. Outro carro dos Bombeiros foi acionado para socorrer o colega. Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, a Comlurb foi acionada e atua na remoção dos detritos na via. Não há retenções no trecho.

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Tráfico da Maré faz ponto de distribuição de drogas na Baía


Rio - Investigações da 21ºDP (Bonsucesso) apontam que traficantes da favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, têm utilizado barcos de pescadores para fuga durante operações policiais. Além disso, os barcos também seriam usados para distribuir drogas para a Região Metropolitana, pela Baía de Guanabara. “O tráfico ocorre perto da Ponte Rio-Niterói”, contou um investigador.
Desde que a delegacia soube da nova tática, a revista em barcos já se tornou rotina por parte de policiais militares, conforme fotos obtidas pela reportagem. 
Policiais Militares revistam barcos de pescadores perto da favela Nova Holanda durante operaçãoDivulgação
De acordo com Wellington Oliveira, titular da delegacia de Bonsucesso, a Nova Holanda agora é o novo “quartel-general do Comando Vermelho”. É na favela que toneladas de cocaína e maconha são endoladas para distribuição em outras comunidades. Na quinta-feira, uma tonelada de maconha foi apreendida em casas da comunidade. “Grandes quantidades de drogas são distribuídas de lá para outras favelas. Prendemos nove traficantes em Macaé, que recebiam as drogas direto de lá, no dia 14”, revelou o delegado. 
Dois matutos (pessoas que são responsáveis pela negociação das drogas no exterior) da Nova Holanda foram identificados. Um terceiro, que seria o responsável pela remessa de maconha, teve somente o seu apelido determinado: Baixinho.
Tráfico da Maré faz ponto de distribuição de drogas na BaíaArte O Dia
“Os principais matutos de cocaína são o Marcelo Piloto (Marcelo Veiga) e o Naldo (Iranildo Silva). Eles negociam do Paraguai e Colômbia as remessas. Já o responsável pela maconha é um paraguaio, de apelido Baixinho”, disse um investigador. 
Segundo depoimentos, Baixinho reside em Salto del Guairá, no Paraguai, e negocia toneladas de maconha enviadas para a Maré, além de fornecer informações sobre as safras disponíveis. 
Marcelo Piloto é homem de confiança do traficante Fernandinho Beira-Mar, tendo recebido todos os contatos de fornecedores de Marcelinho Niterói, morto por agentes da Polícia Federal na Maré, em 2011. O Disque-Denúncia oferece R$ 10 mil por informações a seu respeito. 
“Além das drogas, a Nova Holanda aluga armas para outras favelas da facção. Acreditamos que eles possuem cerca de 100 fuzis”, declarou Oliveira. Na quarta-feira, uma médica foi baleada ao entrar na favela. Depoimento obtido pelo DIA mostra que a ordem para atirar partiu do chefe do tráfico local, Rodrigo Caetano, conhecido como Motoboy.

Chefe do tráfico do Morro da Babilônia é preso


Rio - Um homem apontado como o chefe do tráfico de drogas do Morro da Babilônia, na Zona Sul do Rio, foi preso na tarde deste domingo. Conhecido como Andrezinho ou "Andre GG", Andre Luiz dos Santos foi encontrado durante uma operação do Batalhão de Ações com Cães (BAC) na comunidade.

No entanto, a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) informou que o confronto não envolveu policiais da unidade e nem do BAC. De acordo com a UPP, "tiros foram ouvidos na parte alta da comunidade" e, quando os militares chegaram ao local, "encontraram um corpo". A área foi isolada e a Delegacia de Homicídios da Capital (DH) foi para o local.Na mesma ação, os policiais apreenderam drogas, munições, um fuzil, uma espingarda e uma pistola. Durante todo o dia, os moradores relataram um intenso tiroteio na favela, que podia ser ouvido em bairros próximos, como Leme e Copacabana. Um homem, ainda não identificado, foi morto nesta manhã.