Carlos Grevi / Vagner Basilio
Reunião entre governador e Sindpol aconteceu na manhã desta quinta-feira
Em reunião de duas horas e meia, nesta quinta-feira (22/05), com representantes dos policiais civis [Sindicato da Polícia Civil (Sindpol)], com atividades paralisadas a quase 48h, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) prometeu atender a principal reivindicação de incorporação aos salários de um benefício de R$ 850. No entanto, o governador disse que precisa fazer estudos sobre o impacto nas contas do Estado e não se comprometeu com uma data para o início do pagamento.
O governador prometeu mandar em junho um projeto de lei para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com propostas de reajustes de policiais civis, médicos e professores do Estado. Pezão disse que a conversa com os policiais foi "muito boa", embora os sindicalistas tenham saído demonstrando insatisfação e sem falar com a imprensa.
Pezão afirmou que "não há razão para greve" e que espera a retomada dos trabalhos dos policiais civis em breve.
NO INTERIOR
Policiais civis das cinco delegacias do Norte Fluminense aderiram à paralisação, iniciada quarta-feira (21/05) e estendida até esta quinta-feira (22/05) convocada pela Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) e de Associações das Polícias Federal e Rodoviária Federal e de Policiais Militares.
Aproximadamente 123 inspetores divididos entre a 134ª Delegacia Legal do Centro de Campos; 146ª DL de Guarus também em Campos; 145ª DL de São João da Barra; 147ª DL de São Francisco de Itabapoana e da 141ª DL de São Fidélis, estão em regime de prontidão para realizar procedimentos de maior violência como remoção de cadáver e auto de prisão em flagrante, além de agressão doméstica e contra a mulher.
Publicidade
Nenhum comentário:
Postar um comentário