Marcelo Esqueff
Sem contraproposta, categoria não tem prazo para retomar atividades
De braços cruzados desde o dia 29 de abril, os vigilantes dizem que não há expectativa do movimento ser encerrado, já que o sindicato patronal ainda não se manifestou ou ofereceu qualquer proposta. Nesta sexta-feira (09/05), décimo dia da paralisação dos serviços, as filas nas casas lotéricas chamam a atenção e exercitam a paciência de quem tem que passar horas esperando pelo atendimento que antes era feito em minutos.
A cabeleireira Ana Emília Silva Brito, de 55 anos, escolheu o estabelecimento com mais caixas disponíveis e, portanto, com possibilidade de ser mais ágil.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes (Sindivig) de Campos, Luiz Carlos Rocha, 15 municípios do Estado já aderiram à greve que, sem sinalização de diálogo do sindicato patronal, não tem previsão para terminar. Ainda de acordo com ele, não há ações ou manifestações previstas.
A categoria pede plano de saúde, redução na carga horária de trabalho para 44 horas, reajuste de 10% do ganho real e 6% da inflação, ticket de alimentação no valor de R$ 20.
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