Menino de três anos morreu abraçado à madrasta.
Vítimas foram atingidas por vários tiros de pistola no rosto.
A polícia vai pedir que a criança de 8 anos que sobreviveu a um triplo homicídio em condomínio em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio, seja encaminhada ao programa de proteção à testemunha, como informou o RJTV. Ela foi a única a escapar do assassinato de duas mulheres e de um menino de três anos de uma mesma família na madrugada de domingo (22).
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Segundo os investigadores, dois homens armados e encapuzados invadiram a casa e mataram a tiros as três pessoas. As vítimas são Ana Carolina Neves da Costa, de 22 anos, a companheira dela, Tais Carvalho da Silva, de 32, e o filho dela, Gabriel Loran Carvalho, de 3.
Tiros no rosto
De acordo com os investigadores, as vítimas dormiam na hora do crime e foram atingidas por muitos tiros de pistola no rosto. O menino estava abraçado à madrasta. A criança que sobreviveu sem ferimentos ao ataque saiu gritando na rua, apavorada. Ela passava o final de semana com a mãe.
De acordo com os investigadores, as vítimas dormiam na hora do crime e foram atingidas por muitos tiros de pistola no rosto. O menino estava abraçado à madrasta. A criança que sobreviveu sem ferimentos ao ataque saiu gritando na rua, apavorada. Ela passava o final de semana com a mãe.
Cinquenta policiais fizeram uma operação no condomínio nesta segunda (23) em busca de indícios que ajudem a solucionar o crime. Os investigadores apuram se supostas dívidas que Taís e Ana Carolina possuíam com milicianos e agiotas possam ter motivado o crime.
Em nota, a Polícia Civil informou que os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para a identificação. Familiares das vítimas prestavam depoimento às 11h na Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca.
Nenhuma hipótese descartada
O delegado titular da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, afirmou que a investigação não irá descartar nenhuma hipótese sobre o crime. De acordo com ele, a execução foi considerada cruel e a polícia vai se empenhar para encontrar os responsáveis. "Essa ocorrência nos traz indignação pelo fato da morte de uma criança de três anos, que talvez nem soubesse o que estava acontecendo ali. Vamos nos empenhar ao máximo para dar uma resposta a quem fez isso", disse.
Nenhuma hipótese descartada
O delegado titular da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, afirmou que a investigação não irá descartar nenhuma hipótese sobre o crime. De acordo com ele, a execução foi considerada cruel e a polícia vai se empenhar para encontrar os responsáveis. "Essa ocorrência nos traz indignação pelo fato da morte de uma criança de três anos, que talvez nem soubesse o que estava acontecendo ali. Vamos nos empenhar ao máximo para dar uma resposta a quem fez isso", disse.
Ainda de acordo com o delegado, quatro pessoas já prestaram depoimento. Ele afirmou ainda que muitos tiros foram disparados, mas outros detalhes da apuração serão preservados.
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