Segundo o delegado Fábio Cardoso, da DH, a polícia pediu no Plantão Judiciário a prisão temporária do suspeito, que estava sendo ouvido na noite desta sexta. Ele é vizinho e amigo da família da criança e é conhecido na região onde eles moram. Além disso, o acusado tem uma filha da mesma idade da menina que matou.
A polícia disse que a menina chegou a responder quando a família gritou por ela no rio, mas não resistiu. Segundo o laudo preliminar, Agatha morreu por asfixia.
De acordo com o delegado Fábio Cardoso, titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DH), o corpo foi encontrado já fora da mala, por causa da corrente de água.
Ainda de acordo com o delegado, os investigadores já viram imagens registradas por câmeras de vigilância.
Agatha estava desaparecida desde a tarde desta quinta-feira (3) e o corpo foi encontrado em uma mala jogada em um rio na Avenida Marechal Rondon, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio de Janeiro, próximo de onde morava.
De acordo com familiares, a menina foi vista pela última vez brincando no quintal durante a tarde desta quinta. Já no final da noite, uma pessoa viu um desconhecido arrastar uma mala e depois jogá-la no rio. A testemunha estranhou a ação e ligou para a PM e para o Corpo de Bombeiros, que retirou o corpo de Agatha do rio por volta das 23h.
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