A família disse que não sabe o motivo da morte. Francisco tinha acabado de sair de casa para ir à padaria, quando foi baleado e morto.
“Eu cheguei aqui, a porta do carro estava aberta. Ele já estava morto. Em termos de ter rivalidade com alguém, de ter discutido, não soube de nada. Ele é um cara trabalhador, de boa índole. Era um comerciante que tentava sobreviver”, disse a esposa dele, a dona de casa Léia Alves Vitoriano. Francisco era comerciante e, segundo a polícia, também exercia várias outras atividades como marcenaria. Léia, que estava casada com Francisco há 16 anos, pede Justiça e mais segurança na região.
“Tem que acabar com isso. Os governantes têm que dar mais segurança para gente”, completou./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/S/X/5XdnS6T5aDs0xAZa5M9w/assassinato-cariacica-21.jpeg)
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Os vizinhos acordaram assustados com o barulho dos tiros. “Eu acordei ouvindo dois tiros, foi assustador. Eu fiquei desesperada e a esposa dele gritando socorro do lado de fora. Desse tipo aqui, crime assim, foi a primeira vez”, afirmou a esteticista Lousea Satira da Silva. Investigações
Investigadores da DHPP estiveram no local do crime. No carro da vítima, os policiais encontraram cerca de 50 cheques de diversos valores altos e mais R$ 1 mil em dinheiro.
A família disse que Francisco emprestava dinheiro para familiares, amigos e conhecidos. Testemunhas contaram à polícia que o comerciante estava fazendo cobranças nesta semana.
A polícia investiga a possibilidade dos empréstimos e das cobranças terem sido a causa do assassinato.
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