Confronto balístico deu positivo, segundo a Divisão de Homicídios.
Justiça negou pedido de prisão temporária para acusados.
A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) informou nesta terça-feira (3) como positivo o laudo de confronto balístico de uma das armas dos três suspeitos de mataram a jovem Tayenne Abreu, morta na Baixada Fluminense após o revéillon em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
De acordo com o delegado Wellington Vieira, titular da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o laudo deu positivo para a arma encontrada com Carlos Henrique da Silva e Marcio Rocha da Silva, presos em flagrante por porte ilegal de arma no dia 23 de janeiro.
Naquele dia, a 2ª Vara Criminal de Belford Roxo negou a prisão temporária de três suspeitos pela morte de Tayenne Rodrigues Pereira Abreu, de 22 anos, assassinada nas primeiras horas de 2015, na Baixada Fluminense, quando voltava do réveillon de Copacabana. Segundo a polícia, o juiz do caso afirmou que os três não oferecem risco para a sociedade.
De acordo com o delegado Wellington Vieira, titular da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o laudo deu positivo para a arma encontrada com Carlos Henrique da Silva e Marcio Rocha da Silva, presos em flagrante por porte ilegal de arma no dia 23 de janeiro.
Naquele dia, a 2ª Vara Criminal de Belford Roxo negou a prisão temporária de três suspeitos pela morte de Tayenne Rodrigues Pereira Abreu, de 22 anos, assassinada nas primeiras horas de 2015, na Baixada Fluminense, quando voltava do réveillon de Copacabana. Segundo a polícia, o juiz do caso afirmou que os três não oferecem risco para a sociedade.
Dois deles, Carlos Henrique da Silva e Márcio Rocha da Silva, foram presos em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma e munição e tiveram pedida a prisão temporária de 30 dias por este crime. O nome do terceiro suspeito, foragido, não foi divulgado pela polícia.
O delegado Wellington Vieira informou ainda que vai agilizar as investigações para concluir o inquérito e ter a prisão preventiva dos suspeitos decretada.
A jovem, que era estudante de psicologia e trabalhava no Metrô Rio, passou a virada do ano na Praia de Copacabana com amigos e foi encontrada morta com dois tiros na cabeça perto de casa, num dos acesso à favela do Castelar. O telefone celular e a bolsa da vítima foram levados pelos criminosos.
Jovem seria raptada, diz delegado
João Valentim Neto, delegado adjunto da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, disse que a ideia dos criminosos era raptar a jovem com "conotação sexual".
João Valentim Neto, delegado adjunto da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, disse que a ideia dos criminosos era raptar a jovem com "conotação sexual".
"Após a subtração dos pertences, Carlos Henrique tentou colocar ela no veículo e nesse momento ela reagiu. Foi aí que ele realizou os dois disparos. É possível extrair do depoimento deles que a intenção de levar a jovem tinha conotação sexual", explicou.
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Os investigadores chegaram aos suspeitos depois de analisar imagens de câmeras de segurança de um estabelecimento comercial nas imediações. Na filmagem, os policiais identificaram o carro, um gol branco, que serviu de transporte na realização do crime.
"O depoimento que mais colabora com a investigação é do Márcio. Ele é o proprietário do veículo e não teve como negar participação no evento, até porque o carro que aparece nas filmagens é dele e na casa dele a gente encontrou pertences da vítima", explicou Wellington Vieira, delegado titular da DH.
Wellington preferiu não divulgar a identificação do terceiro participante no crime para não atrapalhar o inquérito. "Possivelmente podemos estar diante de uma quadrilha que assalta pedestres na Baixada Fluminense", afirmou.
Wellington preferiu não divulgar a identificação do terceiro participante no crime para não atrapalhar o inquérito. "Possivelmente podemos estar diante de uma quadrilha que assalta pedestres na Baixada Fluminense", afirmou.
Os suspeitos foram indiciados por latrocínio, quando há roubo seguido de morte.
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