terça-feira, 26 de agosto de 2014

MPF ouve mais duas testemunhas sobre incineração de corpos em Cambaíba

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Testemunhas não tiveram os nomes revelados por medida de proteção
 Marcelo Esqueff

Testemunhas não tiveram os nomes revelados por medida de proteção

Mais duas testemunhas, sobre a possível incineração de corpos de presos políticos que teria ocorrido em fornos da Usina Cambaíba, em Campos, foram ouvidas pelo procurador da República, Eduardo Oliveira. As testemunhas, que trabalhavam na indústria naquele período, compareceram a sede do Ministério Público Federal (MPF) na tarde desta terça-feira (26/08), mas por medida de proteção, não tiveram os nomes revelados.
Na última terça-feira (19/08), o ex-funcionário da usina, Erval Gomes da Silva, e o ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPs) do Espírito Santo e ex-agente do Serviço Nacional de Informações (SNI), Cláudio Guerra participaram de uma reconstituição organizada pelo MPF. Eles são investigados por terem queimado corpos de agentes do exército, principalmente do Rio e São Paulo.
A investigação teve início no ano de 2012, a partir da criação da Comissão Nacional da Verdade (CNV), com o objetivo de apurar graves violações de direitos humanos, que aconteceram entre os anos de 1964 e 1985, período da ditadura no país.

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Fonte: URURAU

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