Rosemere Machado não resistiu aos ferimentos. O marido, Roberto Carlos segue internado.

Rosemere Machado de Souza Olímpio, 40 anos, uma das vítimas do grave acidente ocorrido na noite deste domingo, 09-03, em São Francisco de Itabapoana, não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Ferreira Machado. Rosemere estava com o marido, o ajudante de pedreiro Roberto Carlos Gomes Olímpio, 40 anos. O casal estava em uma moto modelo Honda CG-125, que se envolveu em uma colisão com um Vectra azul escuro, por volta das 18h30, na RJ-232 (estrada São Francisco a Guaxindiba), próximo à entrada da Ilha dos Mineiros.
O casal seguia no sentido a Guaxindiba, enquanto o motorista do Vectra seguia sentido a São Francisco. A posição em que o carro e a moto pararam pode indicar que o motorista tenha invadido a contramão e provocado o acidente, mas isso só será possível afirmar após a Polícia Civil concluír a perícia e ouvir as vítimas e o condutor do Vectra.
Segundo um policial rodoviário o motorista do carro não foi encontrado no local. De acordo com populares ele saiu ileso do acidente e estava conversando normalmente, mas quando os policiais do Batalhão da Polícia Rodoviária Estadual chegaram o motorista não estava mais no local, fato que intrigou os policiais.
Segundo informações apuradas pelo Blog junto às equipes das duas unidades de resgate que socorreram as vítimas, Roberto e sua esposa tiveram fraturas expostas nas pernas e foram levados direto para o Hospital Ferreira Machado.
A família de Rosemere é toda de Campos dos Goytacazes, mas após casar com Roberto, Rosemere veio morar com ele na Ilha dos Mineiros, localidade no entorno de Guaxindiba. Ela era diarista e trabalhava em casa de família. Já a família de Roberto é toda da Ilha dos Mineiros. Rosemere era muito querida na Ilha dos Mineiros, assim como o seu marido é. A comunidade da Ilha ficou muito abalado com a tragédia. O casal não tinha filhos juntos, mas Rosemere tinha três filhos do primeiro casamento.
O Blog conversou com Francisco Carlos Alves Barreto, 46, pedreiro que trabalha há três anos com Roberto. "Estou muito abalado e acho que não vou conseguir dormir. Roberto é como um irmão pra mim. Estou sentido pelo falecimento de sua esposa e muito preocupado com o estado de saúde dele", disse o pedreiro.
Fotos: Blog do Paulo Noel



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