A morte de Marisete ainda é um mistério tanto para a polícia quanto para familiares dela. Investigadores da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHHP) ressaltaram que, com medo de represálias, nenhum morador colaborou com o trabalho da polícia.
Portanto, não se sabe qual a dinâmica do crime e quantas pessoas o praticaram. Marisete foi atingida com quatro tiros nas costas e um no ombro. Ela foi surpreendida no portão de casa.
Um irmão da vítima esteve no local e contou que a técnica de enfermagem trabalhava em um hospital de Viana, há cinco anos, e seguia para o plantão como faz todos os dias. Ele disse ainda, que Marisete possuía um bar no bairro, porém, por conta de constantes assaltos e arrombamentos ocorridos no bairro, acabou fechando o comércio. Ela também alugava casas e quitinetes na região.
Testemunhas contaram no local que a vítima teria apanhando do assassino antes de ser morta. Porém, a polícia não confirmou essa informação. Marisete morava no bairro há 12 anos, era solteira e querida por moradores. Ninguém sabe o que pode ter motivado o assassinato. O crime vai ser investigado pela Delegacia de Homicídios Contra a Mulher.
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