VEJA VÍDEO: Beltrame discute medidas de segurança e recebe abaixo-assinado de professores
Campos 24 Horas (Atualizada às 11h36) – A população de Campos nunca esteve tão assustada com os índices de violência com o agora, sobretudo as pessoas que residem em áreas em que homicídios acontecem quase que diariamente. E o Governo Estadual tenta amenizar a situação enviando a Campos o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame. Ele participou na manhã desta quarta-feira (01) de um Café Comunitário na 6ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), em Campos, quando foram discutidas ações de combate à violência no município. Estiveram presentes diversas autoridades, entre as quais, comandantes dos batalhões da PM, delegados da Polícia Civil da região, os deputados João Peixoto, Bruno Dauaire e Geraldo Pudim e o presidente da Associação Comercial de Campos (Acic), Amaro Ribeiro Gomes. Beltrame confirmou a criação de uma Companhia de Polícia Militar em Guarus, em face do grande número de casos de violência no subdistrito e Campos, sobretudo de homicídios(foram 66 mortes registradas em Guarus somente em 2016). Segundo ele, o município ainda contará com uma extensão da delegacia de homicídios, que será instalada em Macaé. (Veja ao final das informações vídeo com o que disse Beltrame). ABAIXO-ASSINADO Membros do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) entregaram ao secretário Beltrame um abaixo-assinado com mais de 300 assinaturas solicitando que a Policia Militar não faça o isolamento no prédio da Coordenadoria Regional de Educação, ocupado há nove dias. “Fomos alertados de que havia uma proposta de uma Circular Interna (CI) que seria encaminhada para a Seeduc para ocupação da regional, porém este documento não chegou e por isso permanecemos na ocupação. Nesse documento, está a questão do assédio moral que vem sendo realizado em relação ao reagrupamento de turmas, a perdas do ano letivo dos alunos, perdas de matrículas e dos benefícios sociais como Bolsa Família, e a gente entende que isso é um assédio moral, não só aos profissionais da educação, mas também aos nossos alunos. E nós não vamos admitir isso”, disse a professora Odisséia Carvalho, diretora do Sepe(foto acima). Ainda de acordo com Odisséia, o abaixo-assinado tem o objetivo de solicitar que todos tenham o direito de ir e vir, permitindo a entrada de água e comida no local. “Fomos tratados de forma truculenta e, inclusive, existe uma faixa de isolamento como se fosse um local de crime e, na verdade, são profissionais da educação que estão lá com legítimo direito de reivindicações”, destaca Odisseia. A diretora do sindicato afirmou também que o Sepe-RJ esteve em contato com o secretário Estadual de Educação, que recebeu o documento e acordou três pontos que deverão ter nessa circular interna. Os professores acampados reivindicam a garantia do ano letivo com reposição dos dias parados, a não transferência de alunos durante a greve e o não fechamento de turmas, entre outros.
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