Na porta da delegacia desde que o filho foi preso, a mãe gritou, ao lado da nora e do neto bebê
Foto: Fernando Madeira
Eurinete Santos Freire disse acreditar na inocência do filho, Luiz Carlos Santos Freire, preso por porte ilegal de armas
“Vai com Deus, meu filho. Mamãe te ama. Você vai sair logo da cadeia. A advogada já vai lá te tirar”. Foi com essas frases amorosas que a mãe de Luiz Carlos Santos Freire, 21 anos, se despediu do filho na porta da delegacia enquanto ele era levado, algemado, por policiais da cela para o camburão que o levaria para o presídio, na manhã de ontem, em Laranjeiras, na Serra.
As frases de apoio ao filho, que foi detido com duas armas, foram proclamadas em alto volume pela auxiliar de serviços gerais, Eurinete Santos Freira, 47. “Meu filho vai sair logo, em nome de Jesus. Não é bandido. As armas não eram dele, estava apenas guardando”, disse a mãe em defesa do filho.
Na porta da delegacia desde que o filho foi preso, a mãe gritou, ao lado da nora e do neto bebê, as palavras de incentivo ao rapaz. “Vou sair logo, mãe, eu sei”, respondeu ele sorrindo.
Luiz Carlos, que trabalha como auxiliar de almoxarifado, foi preso na noite de sexta-feira, no bairro Santo Antônio, na Serra, durante um patrulhamento da Polícia Militar.
Segundo relato dos militares na delegacia, Luiz foi abordado nas proximidades de uma boca de fumo. Na cintura, ele carregava uma pistola calibre 380 municiada.
Também foi apreendida com ele uma espingarda calibre 12, arma de uso restrito. Na casa onde Luiz Carlos residia, os militares encontraram 17 munições.
O auxiliar de almoxarife foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Serra. Em depoimento, ele contou que pagou R$ 3 mil pelas duas armas e que as comprou porque estavam “muito baratas” . Ele completou o motivo da compra, afirmando que também estava sendo ameaçado de morte por um morador do bairro onde mora, Santo Antônio, e que andava armado para se proteger.
Por volta das 8h30, ele foi conduzido para o Centro de Detenção Provisória de Viana.
“Cair é do homem e levantar é de Deus. Foi um vacilo na vida do meu filho, mas ele não vai ficar muito tempo na cadeia. Deus vai nos abençoar. Meu filho não é bandido”, afirmou a mãe do rapaz
Foto: Fernando Madeira
“Vai com Deus, meu filho. Mamãe te ama. Você vai sair logo da cadeia. A advogada já vai lá te tirar”. Foi com essas frases amorosas que a mãe de Luiz Carlos Santos Freire, 21 anos, se despediu do filho na porta da delegacia enquanto ele era levado, algemado, por policiais da cela para o camburão que o levaria para o presídio, na manhã de ontem, em Laranjeiras, na Serra.
Eurinete Santos Freire disse acreditar na inocência do filho, Luiz Carlos Santos Freire, preso por porte ilegal de armas
As frases de apoio ao filho, que foi detido com duas armas, foram proclamadas em alto volume pela auxiliar de serviços gerais, Eurinete Santos Freira, 47. “Meu filho vai sair logo, em nome de Jesus. Não é bandido. As armas não eram dele, estava apenas guardando”, disse a mãe em defesa do filho.
Na porta da delegacia desde que o filho foi preso, a mãe gritou, ao lado da nora e do neto bebê, as palavras de incentivo ao rapaz. “Vou sair logo, mãe, eu sei”, respondeu ele sorrindo.
Luiz Carlos, que trabalha como auxiliar de almoxarifado, foi preso na noite de sexta-feira, no bairro Santo Antônio, na Serra, durante um patrulhamento da Polícia Militar.
Segundo relato dos militares na delegacia, Luiz foi abordado nas proximidades de uma boca de fumo. Na cintura, ele carregava uma pistola calibre 380 municiada.
Também foi apreendida com ele uma espingarda calibre 12, arma de uso restrito. Na casa onde Luiz Carlos residia, os militares encontraram 17 munições.
O auxiliar de almoxarife foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Serra. Em depoimento, ele contou que pagou R$ 3 mil pelas duas armas e que as comprou porque estavam “muito baratas” . Ele completou o motivo da compra, afirmando que também estava sendo ameaçado de morte por um morador do bairro onde mora, Santo Antônio, e que andava armado para se proteger.
Por volta das 8h30, ele foi conduzido para o Centro de Detenção Provisória de Viana.
“Cair é do homem e levantar é de Deus. Foi um vacilo na vida do meu filho, mas ele não vai ficar muito tempo na cadeia. Deus vai nos abençoar. Meu filho não é bandido”, afirmou a mãe do rapaz
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