quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

BOM JESUS DO ITABAPOANA EM ESTADO DE ALERTA MÁXIMO

Bom Jesus do Itabapoana em alerta máximo e com risco de deslizamento

Em Porciúncula e Laje do Muriaé a situação é mais amena, mas o estado ainda é de atenção
 Internauta / Carlos Grevi

Em Porciúncula e Laje do Muriaé a situação é mais amena, mas o estado ainda é de atenção

Mais uma vez a chuva volta a castigar a população dos municípios do Norte e Noroeste do Estado. De acordo com dados do Instituto do Meio Ambiente (Inea), em uma hora e meia choveu 50mm, em Bom Jesus do Itabapoana na madrugada desta terça-feira (17/12). O município é o único do Norte e Noroeste que permanece em estágio de alerta máximo.
O município, onde a pouco menos de uma semana, parte da RJ-230 cedeu com uma enxurrada que acabou arrastando dois carros e causando a morte de duas pessoas, a situação que ainda não tinha normalizado volta a ficar complicada.
De acordo com o assessor técnico da Defesa Civil, Alexandre Alcântara, choveu durante toda a madrugada, piorando ainda mais a situação, já que o solo se encontrava encharcado. Segundo ele, os bairros mais atingidos foram Santa Rosa, Pimentel Marques, Bairro Novo, Bela Vista, Parque das Águas e Santa Terezinha. Nesses locais, além de alagamentos, há risco de delizamento de terra.
Ainda segundo o assessor técnico, o município tem 30 pontos de risco de deslizamento e 18 deles estão sendo monitorados. Não há notificação de localidades isoladas. A região de Calheiros e Rosal, onde ocorreu o rompimento da RJ, conta com estradas alternativas, que mesmo em situação precária, ainda atende essa necessidade.
A prefeita do município está na capital do Estado, pleiteando a construção de uma ponte provisória para atender à população.
PORCIÚNCULANo município de Porciúncula, segundo o secretário de Defesa Civil, Gláucio Mansur, o Rio Carangola, cuja cota de transbordo é de 5,30m, estava a 2,10m e após a chuva subiu para 3,61m.
A situação ainda é complicada no bairro Otávio Avelar, também conhecido como operário, onde 13 famílias estão em abrigos da Prefeitura. Ainda de acordo com o secretário, equipes de engenharia percorre os imóveis para avaliar as condições de retorno das famílias.
O município permanece em situação de atenção.
LAJE DO MURIAÉ
Em Laje do Muriaé a situação permanece estável. De acordo com o diretor de Defesa Civil do município, José Roberto Silva, três famílias, uma do bairro Querosene e duas da Chácara da Cruz, continuam desalojadas em abrigos da Prefeitura e aguardando o aluguel social.
Ainda segundo José Roberto, o nível do Rio Muriaé permanece em 2,90m, ou seja, a 2,60m da cota de transbordo. Ele disse também que o último levantamento das áreas com risco de desabamento notificou 27 pontos e 87 famílias, o que já estaria defasado. Em novo levantamento feito por equipes da Prefeitura, pelo menos 127 famílias já foram catalogadas.
De acordo com dados do Inea, a situação do município também é de atenção.
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Fonte: URURAU

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