Reprodução/Carlos Grevi/Daniela Abreu
Diversos acidentes podem levar uma pessoa a morte durante mergulhos, nados e banhos
Desde os últimos dias de 2014, um número considerável de afogamentos em rios, praias e piscinas foi registrado em Campos e em cidades vizinhas como São Francisco, Itaperuna, Bom Jesus e São João da Barra. OSite Ururau entrou em contato com o Corpo de Bombeiros Militar e pediu dicas e dados sobre a ocorrência de afogamentos e outros acidentes comuns no período do verão.
Existem diversos acidentes que podem levar uma pessoa a morte durante mergulhos e banhos. Além de afogamentos, há possibilidades de choque térmico, mal súbito, hipotermia e traumas. Dessa forma, somente o exame pericial pode apontar qual a real causa da morte de um pessoa em rios e piscinas.
As crianças demandam muito cuidado, em locais com grande número de banhistas e é importante colocar uma pulseira de identificação, e caso encontre alguma perdida, leve-a ao posto do guarda-vidas.
Segundo as estatísticas apresentadas pelos Bombeiros, mais de 80% dos afogamentos em praias ocorrem em valas. A vala é o local de maior correnteza, que aparenta uma falsa calmaria e leva o banhista para o alto mar. Se uma pessoa entra em uma vala, deve nadar transversalmente a ela até conseguir escapar ou pedir socorro imediatamente.
Antes de mergulhar é preciso também certificar-se da profundidade do local, afastar-se de animais marinhos como águas-vivas e obedecer às sinalizações de perigo na praia.
Fora das praias e rios, piscinas oferecem um grande perigo, principalmente para crianças. Elas devem sempre estar sob a supervisão de um adulto. 89% das crianças não tem supervisão durante o banho de piscina, e 84% dos afogamentos ocorrem por distração do adulto.
Nas orlas de algumas praias existem os guarda-vidas de serviço, eles são os responsáveis pela segurança dos banhistas e em Campos e São João da Barra já estão de serviço desde 01 de janeiro. As piscinas de clubes, condomínios, hotéis e academias devem ter guardiões de piscina. Já nas piscinas residenciais os cuidados ficam por conta dos proprietários das residências, embora mais de 40% dos proprietários de piscinas não saibam realizar os primeiros socorros.
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