Carlos Grevi/Vagner Basilio
Pelo menos 20 pessoas foram vistas por populares ateando fogo na palhada
Um prejuízo de pelo menos R$ 300 mil reais. Assim foi estimado pelo presidente da Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro (Coagro), Frederico Paes, o dano à empresa e fornecedores após supostos caçadores de preás terem ateado fogo na palhada do canavial localizado atrás da indústria, no distrito de Goitacazes, em Campos. O crime ambiental, que é inafiançável, aconteceu no início da tarde desta quarta-feira (18/06). Ninguém foi preso.
O fogo, que atingiu uma área de 50 hectares que pertence a um dos cooperados da usina, ainda continua e a Brigada de Incêndio já utilizou cerca de 40 mil litros de água para conter as chamas, que se espalharam rapidamente. De acordo com Frederico, a usina colheu a cana e a palha ficou no local. O presidente ainda afirmou que, populares chegaram a ver, pelo menos, 20 pessoas ateando fogo na palhada.
A Coagro vem reduzindo a prática da queima em cumprimento da Lei Federal 5990/2011, que prevê eliminação total das queimadas em até 2020.
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