Intercâmbio: experiência vai além da troca de país e cultura
Fotos: Vagner Basilio
Jovens em busca de conhecimentos são os mais atraídos pela prática
Quem é que não quer ganhar
novos conhecimentos, aliados a diferentes povos e culturas, outras
línguas, viagens interessantes, diversões, entre outras programações?
Sem dúvida esses são os desejos de muita gente. Mas, o melhor de tudo
isso, é que existe uma atividade que engloba todos essas experiências: o
intercâmbio. Experiência essa que vai além da troca de país por um
determinado período de tempo. Para os que fazem ou fizeram é algo que
vai ficar guardado pra toda a vida.
Atraindo principalmente os jovens, dentro desse tipo de viagem existem diversos programas como: intercâmbio cultural, de férias, de ensino médio, universitário e profissional. A equipe do Site Ururau conversou com dois apaixonados por viagens e que, através do intercâmbio, puderam realizar seus sonhos. O estudante turco, Emre Öç, 18 anos e a relações publicas campista Perla Estevão, 25 anos, que retornou há pouco de sua viagem ao Canadá.
De acordo com Perla, o gosto por novas culturas e viagens, além do desejo em aprimorar seu inglês, a fizeram partir rumo ao país da América do Norte. “Desde minha adolescência sempre tive vontade em conhecer outros países, e também de aprender inglês. Então quando acabei meu curso na faculdade, resolvi ir ao Canadá. Fiquei lá por um ano com intenção de estudar e trabalhar, mas acabei me apaixonado pelo país”, relatou a relações públicas.
Para Perla, o suporte dado pela agência que a levou foi essencial para uma boa adaptação e conhecimentos. “Tudo lá é bem diferente daqui no Brasil. A cultura, a comida e principalmente as pessoas. Mas, mesmo diante do choque cultural, me adaptei facilmente ao país. A casa da família [escolhida pela agência] onde fiquei também serviu para aprimorar ainda mais meu inglês, pois praticava bastante com eles”, comentou.
Para
o jovem turco, que está no município de Campos cursando o ensino médio,
a adaptação não foi muito fácil, principalmente com relação a
alimentação e a escola. Há quatro meses na cidade, Emre contou que
apesar da estranheza nos primeiros meses, vem se adaptando aos poucos
com a planície Goitacá. Segundo ele, o açaí e o churrasco são suas
comidas favoritas. O rapaz também adora a companhia de amigos, festas e
pagode.
“Estou
gostando muito da cidade, principalmente dos amigos que fiz aqui, dos
quais, guardarei pra toda vida. Quanto as dificuldades foram muitas no
começo, pois a língua portuguesa é muito difícil e totalmente diferente
da turca [o idioma do país é escrito de trás para frente]. Quando
cheguei só falava inglês e isso dificultou minha adaptação”, relatou o
estudante.
Mãe (a dona da casa que hospeda o jovem) do adolescente em Campos, a professora de Yoga Silvia Helena Barbosa, 44 anos, disse que desde sua chegada, Emre sempre procurou conhecer a cultura local e do país. Ainda segundo ela, a escolha pelo município, partiu da própria agência que o trouxe ao Brasil: um programa de intercâmbio intercultural chamado AFS, onde as cidades escolhidas são sempre as interioranas.
“Esse
programa sempre escolhe uma cidade pequena e que possuem poucos
estrangeiros. Os estudantes, assim que chegam, devem cumprir uma carga
horária exigida pelo sistema que é de cinco horas diárias. Então ele
acorda cedo, às 7h, vai para a escola e sai às 12h. Ele também é
apaixonado por futebol, principalmente pelo Fluminense seu time de
coração no Brasil. Mas, apesar de sua paixão pela prática, o Emre joga
mesmo é basquete”, comentou a professora.

LAÇOS AFETIVOS SÃO CRIADOS DURANTE ESTADA DOS JOVENSAntes da vinda dos jovens para determinado país, há sempre uma visita de um grupo para saber se a família está de acordo em receber um estrangeiro em sua residência. Segundo Silvia Helena, existe um compromisso muito grande, caso os membros da casa aceitem em abrigar os estudantes.
“Eu
vejo como uma oportunidade em oferecer novas culturas e experiências a
esses jovens. Quando soube do Emre não me espantei, porque tenho amigos
de outros países, além de trabalhar com estrangeiros. Mas, essa está
sendo minha primeira experiência com intercâmbio”, relatou a professora
finalizando:
“Nós temos contato com a família dele via facebook. Tenho o Emre como meu sobrinho e sua mãe como se fosse uma irmã que mora distante. Esse vínculo vai ficar para sempre em nossas vidas”.


Atraindo principalmente os jovens, dentro desse tipo de viagem existem diversos programas como: intercâmbio cultural, de férias, de ensino médio, universitário e profissional. A equipe do Site Ururau conversou com dois apaixonados por viagens e que, através do intercâmbio, puderam realizar seus sonhos. O estudante turco, Emre Öç, 18 anos e a relações publicas campista Perla Estevão, 25 anos, que retornou há pouco de sua viagem ao Canadá.
De acordo com Perla, o gosto por novas culturas e viagens, além do desejo em aprimorar seu inglês, a fizeram partir rumo ao país da América do Norte. “Desde minha adolescência sempre tive vontade em conhecer outros países, e também de aprender inglês. Então quando acabei meu curso na faculdade, resolvi ir ao Canadá. Fiquei lá por um ano com intenção de estudar e trabalhar, mas acabei me apaixonado pelo país”, relatou a relações públicas.
Para Perla, o suporte dado pela agência que a levou foi essencial para uma boa adaptação e conhecimentos. “Tudo lá é bem diferente daqui no Brasil. A cultura, a comida e principalmente as pessoas. Mas, mesmo diante do choque cultural, me adaptei facilmente ao país. A casa da família [escolhida pela agência] onde fiquei também serviu para aprimorar ainda mais meu inglês, pois praticava bastante com eles”, comentou.
Mãe (a dona da casa que hospeda o jovem) do adolescente em Campos, a professora de Yoga Silvia Helena Barbosa, 44 anos, disse que desde sua chegada, Emre sempre procurou conhecer a cultura local e do país. Ainda segundo ela, a escolha pelo município, partiu da própria agência que o trouxe ao Brasil: um programa de intercâmbio intercultural chamado AFS, onde as cidades escolhidas são sempre as interioranas.
LAÇOS AFETIVOS SÃO CRIADOS DURANTE ESTADA DOS JOVENSAntes da vinda dos jovens para determinado país, há sempre uma visita de um grupo para saber se a família está de acordo em receber um estrangeiro em sua residência. Segundo Silvia Helena, existe um compromisso muito grande, caso os membros da casa aceitem em abrigar os estudantes.
“Nós temos contato com a família dele via facebook. Tenho o Emre como meu sobrinho e sua mãe como se fosse uma irmã que mora distante. Esse vínculo vai ficar para sempre em nossas vidas”.
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