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terça-feira, 3 de maio de 2016

Vídeo mostra novos flagrantes de roubos no Centro do Rio


Do G1 Rio
Mais uma vez menores de idade foram flagrados praticando roubos em plena Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, mas a políca não consegue impedir os assaltos. Os vídeos foram gravados no dia 20 de abril.
Nas imagens exibidas no Bom Dia Rio nesta segunda-feira (2) um garoto aparece caminhando entre os carros e ataca uma motorista que está em um Fiat Pálio preto, com o braço pra fora. O menino arranca o que parece ser uma pulseira e sai correndo entre os carros. Um homem ainda tenta interceptá-lo, mas não consegue.
Em outro flagrante, um grupo de quatro rapazes caminha na calçada central da Presidente Vargas. Um deles se separa do grupo e caminha entre os carros. Ele para atrás de uma moto com duas pessoas. Em seguida avança no pescoço do motociclista e arranca o que parece ser um cordão e sai correndo com outros rapazes.
Em nota, a Polícia Militar informou que houve reforço de policiamento nos pontos de maior incidência criminal: Central do Brasil, Rua do Passeio, Largo da Carioca, Avenida Presidente Vargas, Avenida Rio Branco e Campo de Santana. Segundo a corporação, foi criada uma equipe de abordagem com um oficial e dois agentes do Serviço de Inteligência da PM que atuam em toda a área monitorando os pontos com maior concentração de pedestres.

Fluminense sofre assalto no CT do clube na madrugada de sábado


Por Rio de Janeiro
Centro de Treinamentos Flu (Foto: Reprodução: Instagram)Centro de Treinamentos do Fluminense ainda está em obras
(Foto: Reprodução: Instagram)
O Fluminense informou, por meio de seu site oficial, que sofreu um assalto na madrugada de sábado na área do Centro de Treinamento, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a nota, bandidos armados entraram nas dependências do clube e levaram material de vestuário esportivo que estava estocado no local. Os objetos tinham uso exclusivo para programa de doação para as obras do CT. Os criminosos também roubaram algumas ferramentas e um computador. O caso foi registrado na 32ª Delegacia da Polícia, em Jacarepaguá, também da Zona Oeste.
Recentemente, o clube reforçou o plano de doações destinadas apenas para o Centro de Treinamento. Em um evento, realizado em Juiz de Fora, por conta da final da Primeira Liga contra o Atlético-PR, o Flu arrecadou R$ 115 mil, muito em função de uma coleção da Adidas que não chegou a ser lançada.
O CT do Flu, próximo à Escola Sesc, na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, terá três campos oficiais, área de suporte (lavanderia, garagem, depósito para materiais) e área do futebol (vestiários, departamento médico, fisioterapia, musculação, piscinas e recuperação dos atletas). A área de hospedagem (hotel, estrutura administrativa do futebol, sala de imprensa e refeitório), conhecida por torre de cinco andares, ficará para ser construída em um segundo momento. A obra deve ser concluída no segundo semestre de 2016

Polícia diz ter confirmado 4ª vítima de casal suspeito de pedofilia no Rio


Henrique CoelhoDo G1 Rio
A Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente Vítima (DCAV) confirmou que uma quarta criança foi vítima do advogado de 63 anos e da professora de 29, presos na semana passada por suspeita de pedofilia. Segundo a polícia, durante depoimentos nesta segunda-feira (2), a especializada teve a informação que uma menina de 4 anos teve fotos íntimas mandadas para o advogado.

As imagens teriam sido feitas pela professora dentro dentro da creche onde estudava, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Não há confirmação, no entanto, de que ela tenha sido abusada fisicamente pelo advogado

"Confirmamos", disse ao G1 a delegada titular da DCAV, Cristiane Bento. 


Segundo a Polícia, as fotos estavam no HD externo do advogado, e teriam sido enviadas a ele em abril de 2016. A delegacia investiga se os abusos teriam sido cometidos durante esse ano. 

Ao serem questionados pela especializada, os pais da menina confirmaram sua identidade. A polícia tenta, agora, investigar se houve outras vítimas da dupla.
Outra menina da mesma idade já havia sido confirmada como a segunda vítima do caso.

Outras vítimas
A primeira vítima confirmada foi a própria enteada da professora, em 2007, quando a menina tinha apenas 9 anos. O pai da vítima, ao ir até a delegacia, parecia não acreditar. "
Ela é um monstro. Meu mundo caiu. Ela deve ser banida da sociedade. Deve ficar guardada para o resto da vida. Não consigo olhar para a cara dela", desabafou o pai da adolescente, que está se divorciando da mulher.

Na última sexta-feira (29), a Polícia confirmou a segunda vítima: uma menina de quatro anos, na creche onde a professora trabalhava, em Duque de Caxias.

No sábado (30), a delegacia confirmou uma terceira criança como vítima. O crime teria acontecido em 2004 e a criança era família da suspeita. "Misericórdia", teria dito o pai ao reconhecer a filha, que na época do abuso tinha 10 anos.
O advogado e a professora já estão presos, sendo ele preventivamente, desde quinta-feira. A professora ainda está presa temporariamente, após ter sido levada para o complexo de Banguna última sexta-feira (29).
Vídeo
Nas imagens de um vídeo obtido pelo RJTV, durante o depoimento do pai de uma criança da própria família da professora. Nas imagens, investigadores mostram a ele algumas fotografias.
São mais antigas, de 2004.  Ele leva as mãos à cabeça quando reconhece a filha, que na época tinha apenas dez anos de idade.
Segundo a polícia, investigadores descobriram que a professora levou a menina, hoje com 22 anos, para ser abusada pelo advogado. Os dois suspeitos foram presos na última quarta-feira (27).
Na casa do advogado, a polícia encontrou centenas de fotografias e videos de crianças.
Até agora, a polícia acreditava que os abusos tinham começado em 2007.
A professora contou à polícia que conhecia o advogado há 14 anos.  Disse que, na época, ela trabalhava como prostituta. O advogado era seu cliente e teria contado a ela sobre abusos contra outras crianças.
Em depoimento, a suspeita admitiu que abusou de pelo menos uma criança.
O advogado e a professora podem ser condenados a 15 anos de prisão por cada abuso.
Professora é levada para prisão
A professora de 39 anos, que teve a prisão temporária decretada e foi levada sexta-feira (28) para o Complexo Penitenciário de Bangu, pode ter ajudado o advogado e contador de 63 anos a abusar de "muitas" crianças. A informação é da Polícia Civil. Segundo a delegada titular, Cristiane Bento, a delegacia vai tentar agora identificar outras possíveis vítimas.
"Temos muitas imagens para analisar, dois HDs, 20 pendrives. Já sabemos que ela e ele vão responder por armazenamento, produção de conteúdo pornográfico com crianças e adolescentes e por estupro de vulnerável", afirmou a delegada titular Cristiane Bento.
Ela diz que a segunda vítima confirmada, uma menina de quatro anos que estudava na creche onde a professora trabalhava, quase foi levada para a casa do advogado de 63 anos, no Grajaú.
"A mãe da menina diz que a professora tentou convencê-la de que o pai estaria abusando dessa menina. A sorte é que a polícia impediu que isso acontecesse", afirmou a delegada.
Na quinta, a prisão do advogado em flagrante foi convertida para preventiva. A decisão é do juiz Marco José Mattos Couto.
A professora disse ainda, em um segundo depoimento, que o advogado recebia dela fotos de encartes de lojas de departamento com fotos de crianças.
"Ela contou que ele se excitava com aquilo", afirmou a delegada, que disse ainda que a professora levou a enteada, que em 2007 tinha 9 anos, para ser abusada pelo advogado, em troca de R$ 100.
Dona da creche se defende
Viviane Carvalho, a dona da creche, onde a professora suspeita de pedofilia trabalhava desde fevereiro, voltou nesta sexta-feira (29), à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítima (Dcav). Ela reafirmou que desconhecia o aliciamento de crianças na instituição e que confiava naprofessora, de 39 anos, que ela conhece desde infância.
Entenda o caso
Na quarta-feira (27), depois de investigar uma denúncia anônima, os agentes da Dcav prenderam um advogado de 63 anos e apreenderam computadores e material de pedofilia, que ele tinha em seu escritório no Centro do Rio. Pelas imagens e por trocas de mensagens através de redes sociais, em que crianças eram oferecidas ao advogado, os policiais chegaram até a professora da creche. Segundo a polícia, ela aliciava crianças para levar ao advogado.
"Quando eu olhei aquilo [a foto enviada em anonimato], eu me perguntei: 'Quem é essa menina? Quem é esse homem?', quando começamos a investigar e chegou até ele. Aí eu pedi a busca e apreensão na casa e no escritório dele. Foi quando a gente se deparou com aquele monte de material de pedofilia. No contexto, havia essa mulher", disse a delegada.
A professora admitiu ter aliciado uma criança em 2007. O advogado nega ter abusado sexualmente de crianças. Os investigadores dizem que o advogado pagava para a professora levar crianças até ele.
"O fato dela entregar crianças e adolescentes para este advogado começou a partir de 2007, isso em troca de dinheiro. A gente busca o maior número de provas e de vítimas para que no final eles possam responder pelos crimes efetivamente que eles praticaram. A pena de cada um por estupro de vulnerável é de 15 anos, sendo que o advogado responde também pelo armazenamento de fotos e imagens destas crianças", afirmou a delegada.
Uma mãe suspeita que o filho tenha sofrido abusos da professora porque notou uma mudança de comportamento do menino. "Eu fiquei indignada porque eu deixo ele lá pra aprender outras coisas, e aprendeu isso, a gente ficou impressionada com o comportamento dele", contou.
Segundo Viviane, os pais das 25 crianças matriculadas na casa de recreação e lazer do bairro também não desconfiavam de nada na atitude de professora, que sempre fora muito delicada e atenciosa com as crianças. Na quinta-feira (28), eles prestaram apoio à dona do estabelecimento e disseram que iriam manter seus filhos no lugar.
Na quinta-feira, Viviane reconheceu imagens de pelo menos dois alunos da creche. Uma das crianças, inclusive é sobrinha da dona da unidade. Ela contou que algumas das fotos foram feitas quando as crianças estavam seminuas — só de calcinha ou cuequinha — trocando de roupa para usar fantasias na festinha do Dia do Índio, em 19 de abril.

Justiça determina que RJ pague R$ 3,5 mi para Hospital Pedro Ernesto


Do G1 Rio
Uma decisão judicial determinou nesta segunda-feira (2) que o Governo do Estado do Rio tem 24 horas para liberar R$ 3,5 milhões para completar o custeio do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), em Vila Isabel, Zona Norte do Rio. A quantia foi garantida pela Defensoria Pública do Rio através de uma liminar. A ação civil pública foi motivada pela ameaça de fechamento do hospital.
O montante irá garantir a manutenção dos serviços da unidade. O valor estabelecido pela 6ª Vara de Fazenda Pública do Rio completará os R$ 3,5 milhões recebidos no dia 29 de abril, totalizando os R$ 7 milhões que deveria ter recebido no início do mesmo mês.
Caso descumpra a determinação, o Estado do Rio terá que pagar uma multa diária de R$ 10 mil. Além disso, ficou determinado que o Estado deve liberar o valor integral para a Uerj – que administra o hospital - até o dia 27 de cada mês.
“A decisão é de suma importância porque encerra um ciclo de insolvência financeira que acometia o HUPE, restringindo a prestação de importantes serviços de saúde pelo Hospital, e o conduzia ao seu fechamento, o que acarretaria, por certo, grave desassistência populacional, dada a importância histórica do HUPE que reúne serviços de alta complexidade para todo o Estado”, afirmou a defensora pública Thaisa Guerreiro.

Protesto dos servidores
Manifestantes protestaram em frente ao Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, na manhã desta quinta-feira (7). Eles pedem a regularização dos repasses do Governo do Estado do RJ e o pagamento dos salários.
O protesto reuniu não apenas funcionários do Hospital Pedro Ernesto, mas também de outras unidades de saúde. A manifestação começou em frente à estátua do Belini, diante do estádio do Maracanã. Depois, os funcionários públicos foram caminhando em direção ao Hospital Universitário, que faz parte da Uerj.

Justiça do Rio envia ao STF arquivos da Lava Jato com referência a Dilma


Do G1 Rio
O juiz Marcelo Brêtas, da Justiça Federal do Rio, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal arquivos digitais com referências à presidente Dilma Roussef e ao senador Edison Lobão, do PMDB, como mostrou o Jornal Nacional. Os dois têm foro privilegiado e só podem ser investigados no STF.

A Polícia Federal apreendeu o material na casa do ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, durante uma etapa da operação Lava Jato. Os arquivos e o relatório da PF foram enviados ao ministro Teori Zavascki.

O ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, prestou depoimento na sexta-feira (29) na 7ª Vara Criminal Federal do Rio. Na Operação Lava Jato, ele foi preso por suspeita de receber propina por obras da Usina Nuclear de Angra 3.
No depoimento, o ex-presidente da Eletronuclear admitiu que usou contratos de fachada feitos com empresas de amigos para receber dinheiro da construtora Andrade Gutierrez, mas negou que fosse propina.
Othon Luiz Pinheiro da Silva contou que, em 2004, antes de ser presidente da estatal, tinha feito um estudo, justamente para a construtora, sobre a viabilidade de Angra 3. Ele disse que receberia R$ 3 milhões se a obra saísse do papel.
Othon disse que não tem como apresentar um contrato com a Andrade Gutierrez porque o negócio foi feito de boca. A obra, que estava parada há mais de 20 anos, foi retomada em 2005, ano em que ele assumiu a presidência da Eletronuclear. A partir daí, passou a receber os pagamentos pelo estudo.
O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal do Rio, perguntou se ele não via conflito nisso. Othon disse que não porque era dinheiro de um trabalho realizado e que não havia ligação com o cargo de presidente.